Espetáculos
treze montagens da Bahia, do Brasil, da Nigéria e da Europa
Entrada gratuita
06 AGO Quinta · 19h · Abertura

Dance a tua Natureza Afro

Edson Machado

Uma viagem pelo corpo como arquivo de memórias, gestos e emoções profundas. Pelo ritmo instintivo e pela fluidez do movimento, a dança se torna ponte entre a terra e o espírito — cada gesto conta uma história atemporal.

25 min Livre Dança
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Sinopse

O espetáculo coloca em movimento a memória ancestral como um manifesto que atravessa fronteiras e promove cura por meio do ritmo. Estimula uma viagem através do corpo como um arquivo de memórias, gestos e emoções profundas. Através do ritmo instintivo e da fluidez do movimento, a dança se torna uma ponte entre a terra e o espírito. Cada gesto conta uma história atemporal, onde a natureza humana desperta e se reconecta com a sua origem.

Sobre o performer

Edson Machado é pesquisador do movimento, dançarino profissional e educador corporal. Especialista na dimensão terapêutica, libertadora e pedagógica do movimento, é criador do método “Danza la tua Natura Afro”, que integra a matriz ancestral afro-brasileira às ciências ocidentais, da comunicação e da reabilitação psicofísica.

Ficha técnica
Concepção e performance · Edson Machado
Duração · 25 min
Classificação · Livre
Origem · Brasil / Itália
06 AGO Quinta · 19h30

Madágugú

Odun Cia de Dança · Escola de Dança da Funceb

Inspirado no universo sonoro e visual de Carlinhos Brown, o rito e a celebração são dimensões do mesmo gesto. A dança acontece na tensão entre o céu e o chão, o sagrado e o profano, a Bahia concreta e o cosmo inventado.

30 min Livre Salvador – BA
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Sinopse

Inspirado no universo sonoro e visual de Antônio Carlos Santos de Freitas, mais conhecido como Carlinhos Brown, no espetáculo o rito e a celebração são dimensões do mesmo gesto. A dança acontece na tensão entre o céu e o chão, o passado e o futuro, o sonho e a realidade, a violência e a festa, o sagrado e o profano. É nesse campo de forças que o grupo de bailarinos mergulha entre o cotidiano e o divino, entre a Bahia concreta e o cosmo inventado, num delírio de uma cidade submersa.

Sobre a companhia

A Odun Companhia de Dança amplia a vivência cênica de estudantes e egressos da Escola de Dança da Funceb. São 32 bolsistas selecionados via edital público. Com ensaios diários e acompanhamento pedagógico especializado, a Companhia funciona como laboratório vivo de criação, formando repertório e estimulando a profissionalização em dança.

Ficha técnica
Direção geral · Nildinha Fonseca
Direção artística · Ágatha Simas
Coreografia · Guego Anunciação e Neemias Santana
Iluminação · Jean Teixeira
Sonoplastia · Alexsandro Palmeira
Figurino · Cleverton Santos
Produção executiva · Bruna Andrade
Duração · 30 min · Livre
Intérpretes · Akoussah, Alan Santana, Amanda Nunes, Ana Luiza, Drika Santana, Esther Souza, Gabriel Conceição, Gabriela Andrade, Jhunior Rosa, Karine Lima, Larissa Lima e Vini Costa
07 AGO Sexta · 20h

Boca a Boca: um solo para Gregório

Ricardo Bittencout e Gui Vieira · dir. João Sanches

Resgata a importância de Gregório de Matos, poeta baiano nascido em 1636, revelando versos perturbadoramente contemporâneos. Uma experiência visceral que une a fúria poética do barroco ao rock’n roll ao vivo.

70 min 14 anos São Paulo – SP
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Sinopse

O espetáculo estreou em 2015 no Instituto Camões, em Lisboa, e já realizou dezenas de apresentações por São Paulo, Bahia e Berlim. Esta nova versão resgata apaixonadamente a importância de Gregório de Matos, poeta baiano nascido em 1636 e considerado o verdadeiro iniciador da literatura brasileira, revelando poemas perturbadoramente contemporâneos. Uma experiência teatral visceral que une a fúria poética do barroco à reflexão contemporânea: no palco, Ricardo Bittencourt é acompanhado pelo músico Adriano Salhab, que transforma a cena num verdadeiro show de rock’n roll, com participação especial do ator Gui Vieira.

Sobre o artista

O ator baiano Ricardo Bittencourt consolidou um dos capítulos mais marcantes de seus mais de 40 anos de carreira ao integrar, desde 2000, a Companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, liderada por Zé Celso Martinez Corrêa. No grupo atuou em montagens históricas como o ciclo Os Sertões, O Rei da Vela e Esperando Godot, e protagonizou Fausto, último espetáculo dirigido por Zé Celso.

Ficha técnica
Poesias · Gregório de Matos
Dramaturgia e direção · João Sanches
Elenco · Ricardo Bittencourt e Gui Vieira
Trilha ao vivo · Adriano Salhab
Vídeo ao vivo · Igor Marotti
Luz e operação · Victoria Pedrosa
Fotografia · Hugo Sá
Apoio institucional · Teat(r)o Oficina
Produção executiva · Camila Bevilacqua e Fioravante Almeida
Duração · 70 min · 14 anos
08 AGO Sábado · 20h

Vou te Contar

Marcelo Prado · textos de Christian Carvalho Cruz

Cinco personagens brasileiros, habitantes da capital paulista — mas que poderiam estar em qualquer metrópole do país — discorrem sobre suas vidas. Histórias célebres de gente anônima, aquela que constrói e levanta cidades.

70 min 14 anos Salvador – BA
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Sinopse

Espetáculo do ator e diretor Marcelo Praddo, com textos do jornalista Christian Carvalho Cruz extraídos da coluna “Trombadas”. Em cena, cinco personagens brasileiros, habitantes da capital paulista — mas que poderiam estar em qualquer metrópole do país — discorrem sobre suas vidas. Segundo o próprio autor, são “histórias célebres de gente anônima”. O espetáculo dá voz a essas pessoas que não têm milhões de seguidores nem desfrutam de camarotes, mas que constroem e levantam cidades e a pura essência da alma brasileira.

Sobre o artista

Um dos mais atuantes das artes cênicas baianas, Marcelo Praddo é bacharel em Interpretação Teatral pela UFBA, com mais de 30 anos de carreira. Foi indicado quatro vezes ao Prêmio Braskem de Teatro, vencendo por Boca de Ouro, Os Pássaros de Copacabana, Um Vânia, de Tchekhov e O Circo de Só Ler. Desde 2008 integra o Grupo Teatro NU, ao lado do diretor Gil Vicente Tavares.

Ficha técnica
Direção, atuação, cenário e produção · Marcelo Praddo
Direção de movimento · Bárbara Barbará
Figurino · Guilherme Hunder
Trilha sonora · Jarbas Bittencourt
Iluminação · Eduardo Tudella
Assistência de direção · Nanda Behrens
Operação de luz · Núbya Guimarães
Produção executiva e imprensa · Ana Paula Prado
Duração · 70 min · 14 anos
09 AGO Domingo · 19h
36º Prêmio Shell · Destaque Nacional

Akoko Lati Wa Ni – Tempo de Ser

Onisajé · Cia Única de Teatro

Teatro, música e dança em torno do tempo, da ancestralidade e da existência negra no Brasil contemporâneo. Dofona, Dofonitinho e Famo — três jovens negros, yawôs e estudantes de teatro — buscam respostas sobre o tempo, a vida e a existência.

55 min 12 anos Feira de Santana – BA
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Sinopse

Vencedor do 36º Prêmio Shell na categoria “Destaque Nacional”, o espetáculo propõe uma experiência cênica que une teatro, música e dança em torno de uma reflexão sobre o tempo, a ancestralidade e a existência negra no Brasil contemporâneo. Conta a história de Dofona, Dofonitinho e Famo, três jovens negros, yawôs e estudantes de teatro, em busca de respostas sobre o tempo, a vida e a existência.

Sobre a direção e a companhia

Onisajé (Fernanda Júlia Barbosa), doutora em Artes Cênicas pela UFBA, é diretora teatral, dramaturga, roteirista, curadora e formadora de atuantes. A Cia. Única de Teatro foi idealizada em 2018 por Júnior Dias e Júlia Lorrana e estreou em dezembro de 2019 com a esquete Joca e os Brinquedos.

Ficha técnica
Direção e dramaturgia · Onisajé
Assistência de direção e movimento · Fabíola Nansurê
Direção musical e trilha · Jarbas Bittencourt
Desenho de luz · Nando Zâmbia
Direção de arte · Guilherme Hunder
Operação de som · Liu Silva
Produção · Gabriela Marques e Lui
Duração · 55 min · 12 anos
Elenco · Júlia Lorrana (Dofona), Ofámiro (Dofonitinho) e Aninha Pinheiro (Famo)
10 AGO Segunda · 15h

Pinocchio – Olhos de Madeira

Cia Arte-Móvel · dir. Rafael Curci

Numa caminhada de volta ao passado, o narrador transforma o espaço brincando de dar vida: anima marionetes, cria sombras e transparências e passeia por diversos personagens, abrindo portas para os sonhos e a imaginação.

45 min Livre Santa Bárbara d’Oeste – SP
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Sinopse

Numa caminhada de volta ao passado, revivendo a sensibilidade de algumas aventuras de Pinocchio, o narrador transforma o espaço brincando de dar vida: anima marionetes, cria sombras e transparências, passeia por diversos personagens e se apropria de variados elementos cênicos que, juntos, abrem portas para os sonhos e a imaginação.

Sobre a companhia

A Cia Arte-Móvel nasceu em 2009 e busca estar em sintonia com a contemporaneidade, instigando reflexões sobre temas que assolam a humanidade. Une teatro laboratório, teatro de animação, audiovisual e dança, e é realizadora da Mostra de Teatro Cena Bárbara, fortalecendo há mais de 10 anos a rede teatral do interior paulista.

Ficha técnica
Texto e direção · Rafael Curci
Solista · Otávio Delaneza
Trilha sonora · Ricardo Lupe
Figurino e cenografia · Cia Arte-Móvel
Iluminação · Lucas Rodrigues
Operação de luz · Lays Ramires
Operação de som · Helton Carlos
Produção executiva · Cooperativa Paulista de Teatro
Duração · 45 min · Livre
11 AGO Terça · 19h
Prêmios APCA e Shell 2024 · melhor atriz

Nasci pra ser Dercy

Grace Gianoukas · texto e direção Kiko Rieser

Monólogo premiado, com voz off de Miguel Falabella, que homenageia Dercy Gonçalves — uma das maiores atrizes do século 20. Visto por mais de 40 mil pessoas desde a estreia.

80 min 14 anos São Paulo – SP
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Sinopse

O premiado monólogo, estrelado por Grace Gianoukas, com voz off de Miguel Falabella, escrito e dirigido por Kiko Rieser, presta homenagem a Dercy Gonçalves, uma das maiores atrizes do século 20. Desde a estreia, o espetáculo é sucesso de crítica e público — visto por mais de 40 mil pessoas.

Prêmios e reconhecimento

Grace Gianoukas venceu os prêmios APCA e Shell (2024) de melhor atriz e o I Love PRIO (2024) de melhor performance. Kiko Rieser venceu o Prêmio Bibi Ferreira de melhor dramaturgia original (2023).

Ficha técnica
Texto e direção · Kiko Rieser
Atuação · Grace Gianoukas
Voz off · Miguel Falabella
Duração · 80 min · 14 anos
Origem · São Paulo – SP
12 AGO Quarta · 19h

Poeformance

Alex Simões · Salvador – BA

Performance poética entre poemas de Alex Simões e autores de sua predileção. Trata da vertigem do artista diante da urgência de escrever: o poeta “toca” uma máquina de datilografia enquanto músicos executam seus instrumentos.

60 min 16 anos Salvador – BA
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Sinopse

Performance poética construída entre poemas de Alex Simões e de autores de sua predileção. Trata da vertigem do artista diante da urgência de escrever: em cena, o poeta “toca” uma máquina de datilografia enquanto músicos executam seus instrumentos, entre poemas que tratam das derivas de um corpo negro e gay pelas ruas da cidade.

Sobre o artista

Alex Simões é poeta, performer e pesquisador baiano. Sua obra cruza poesia falada, música ao vivo e performance, tomando o corpo negro e dissidente como território poético.

Ficha técnica
Concepção e performance · Alex Simões
Duração · 60 min
Classificação · 16 anos
Origem · Salvador – BA
13 AGO Quinta · 19h

Teu Sorriso Rebelde

Teatro do Oprimido · Rui Frati · Paris, França

Um homem emigrante tenta reorganizar a vida depois que comércio e casa são destruídos por um “desastre natural”. Existe apesar do abandono, do racismo latente dos vizinhos e da solidão — e faz da alegria sua arma de resistência.

45 min Livre Paris – França
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Sinopse

Um homem emigrante tenta reorganizar a vida depois que seu comércio e sua casa são destruídos por um “desastre natural”. Ele existe apesar do abandono, do racismo latente dos vizinhos e da solidão — e faz da alegria sua arma de resistência.

Sobre a direção

Rui Frati dirige o Théâtre de l’Opprimé, em Paris, casa criada a partir do legado de Augusto Boal. Referência mundial do Teatro do Oprimido, conduziu na 8ª edição do festival o seminário “Teatro Fórum: a arte de inter-agir”.

Ficha técnica
Direção · Rui Frati
Companhia · Théâtre de l’Opprimé
Duração · 45 min · Livre
Origem · Valência, Espanha / Paris, França
14 AGO Sexta · 20h

Em Algum Lugar do Fim do Mundo

Fernando Santana · Sinuosa Cia de Teatro

Amadeus, um homem negro que perde a fé após uma pandemia, vaga solitário pelo mundo de 2033. Na luta por sua sanidade, precisará confrontar suas crenças para cumprir a travessia — até que algo inesperado acontece.

60 min 14 anos Salvador – BA
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Sinopse

Amadeus, um homem negro que perde a fé após uma pandemia, vaga solitário pelo mundo de 2033. Na luta por sua sanidade, precisará confrontar suas crenças para cumprir a travessia — até que algo inesperado acontece.

Sobre a companhia

A Sinuosa Cia de Teatro, de Salvador, investiga dramaturgias negras contemporâneas sob direção de Fernando Santana.

Ficha técnica
Direção · Fernando Santana
Companhia · Sinuosa Cia de Teatro
Duração · 60 min · 14 anos
Origem · Salvador – BA
15 AGO Sábado · 20h · Encerramento

1798 – Lucas Dantas: um herói de Búzios

Everton Machado · Cia de Teatro Gente · dir. Nathan Marreiro

Revisita a Revolta dos Búzios (1798) pela perspectiva de Lucas Dantas de Amorim Torres — jovem negro, alfaiate e mártir. A dramaturgia o retira da condição de personagem secundário e o coloca no centro, como sujeito político e revolucionário.

55 min 14 anos Salvador – BA
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Sinopse

O espetáculo revisita a Revolta dos Búzios (1798) pela perspectiva de Lucas Dantas de Amorim Torres — jovem negro, alfaiate e mártir da conspiração baiana. A dramaturgia o retira da condição de personagem secundário da história oficial e o coloca no centro da cena, como sujeito político e revolucionário.

Sobre a companhia

A Cia de Teatro Gente pesquisa a história do povo negro na Bahia a partir da cena. O solo é interpretado por Everton Machado com direção de Nathan Marreiro.

Ficha técnica
Direção · Nathan Marreiro
Atuação · Everton Machado
Companhia · Cia de Teatro Gente
Duração · 55 min · 14 anos
Origem · Salvador – BA
Datas a confirmar
Espetáculo infantil

Munzuá – Poesia nos Céus

Coletivo Serra Grande · Sul da Bahia

Inspirado no munzuá, artefato tradicional da pesca artesanal, o espetáculo ressignifica o objeto como instrumento capaz de pescar palavras, histórias, sonhos e memórias. Teatro, literatura, música e imaginação para toda a família.

45 min Livre Sul da Bahia
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Sinopse

Inspirado no munzuá, artefato tradicional da pesca artesanal, o espetáculo ressignifica o objeto como instrumento capaz de pescar palavras, histórias, sonhos e memórias. Teatro, literatura, música e imaginação para toda a família.

Sobre o coletivo

O Coletivo Serra Grande atua no sul da Bahia com teatro de rua, contação de histórias e formação em comunidades pesqueiras e rurais.

Ficha técnica
Criação · Coletivo Serra Grande
Duração · 45 min · Livre
Origem · Sul da Bahia
Público · Infantil / familiar
Galeria de cena
fotos dos espetáculos desta edição
Grace Gianoukas em Nasci pra ser Dercy
Nasci pra ser Dercy
Foto: Heloísa Bortz
Cena de Nasci pra ser Dercy
Nasci pra ser Dercy
Foto: Heloísa Bortz
Cena de Nasci pra ser Dercy
Nasci pra ser Dercy
Foto: Heloísa Bortz
Cena de Nasci pra ser Dercy
Nasci pra ser Dercy
Foto: Heloísa Bortz
Cena de Poeformance
Poeformance
Foto: Edgard Oliva
Cena de Poeformance
Poeformance
Foto: Edgard Oliva
Cena de Vou te contar!
Vou te contar!
Foto: Diney Araújo
Cena de Vou te contar!
Vou te contar!
Foto: Diney Araújo
Cena de 1798 – Lucas Dantas
1798 – Lucas Dantas
Cia de Teatro Gente
Cena de 1798 – Lucas Dantas
1798 – Lucas Dantas
Cia de Teatro Gente
Cena de Pinocchio – Olhos de Madeira
Pinocchio – Olhos de Madeira
Foto: Carlos Petrini
Cena de Pinocchio – Olhos de Madeira
Pinocchio – Olhos de Madeira
Foto: Carlos Petrini
Cena de Nariz Encantado
Nariz Encantado
Foto: Pâmela Paranhos
Cena de Nariz Encantado
Nariz Encantado
Foto: Pâmela Paranhos
Cena de Nariz Encantado
Nariz Encantado
Foto: Pâmela Paranhos
Cena de Nariz Encantado
Nariz Encantado
Foto: Pâmela Paranhos
todas as sessões no Teatro Ataídes Ribeiro · entrada gratuita ✳